quinta-feira, 17 de julho de 2008

Pithecellobium tortum

Pithecellobium tortum

Minha família é grande, e agora estou me
apresentandomeu nome é PITH I vim de
uma floricultura no Siom e o tio Ailton está
me dando as coordenadas para o crescimento
aqui no Templo Bonsai

2 comentários:

LEG disse...

Abaixo o pessimismo!
Pior do que conversar com um pessimista é ter que conviver com ele. Problemas existem, ninguém os nega. Mas todos trabalham justamente para supera-lo, aprendendo com eles e crescendo, tanto pessoal como profissionalmente.
O pessimista possui uma sensibilidade muito especial quando se trata de qualquer tipo de dificuldade. Para ele, qualquer falha é prenúncio de uma grande catástrofe. Um problema de mero expediente toma proporções de uma tragédia irremediável.
E o pessimismo, quando alimentado, chega a ser tão poderoso que, muitas vezes, consegue deixar marcas na própria fisionomia de sua “vítima”.
Vítima, sim, porque o pessimismo é um verdadeiro desastre, que não apenas corrói a mente dos pessimistas como ainda prejudica – e muito – o ânimo de todos aqueles que o cercam.
Deve-se aprender a lidar com o pessimista, ajudando-o a ver que as coisas não são tão negras como ele as pinta.
Pode ser necessário um verdadeiro “tratamento de choque”, se o pessimismo já atingiu um grau muito elevado, a ponto de envenenar todo e qualquer pensamento ou atitude daquela pessoa. Mas é preciso fazer com que ela veja que a grande maioria dos problemas tem solução (às vezes bem simples), e que as dificuldades se tornam mais amenas quando enfrentadas com bom humor, por pessoas confiantes em sua capacidade e em suas chances de superar qualquer barreira.
A alegria e o otimismo são virtudes que fazem bem ao corpo e ao espírito, e que contagiam qualquer ambiente, tornando mais fácil a vida de quem nos cerca.
O pessimismo também é contagiante...
E seria muito melhor se todos optassem por fazer agradável a sua presença, tornando-se pessoas sempre bem vindas – tudo o que o pessimista não é!

Fonte: Revista ADN

LEG disse...

Pais e filhos, companheiros de viagem
As vezes, imagino a vida como uma viagem de trem, feita com companheiros que a compartilham em determinados trechos.
Quando nasci, entrei no trem em que estavam meus pais; eles já conheciam algumas coisas sobre a viagem e sobre o trem. Certamente parte de seus conhecimentos correspondia à verdade outra parte não passava de ilusões.
No meio da minha viagem nasceram meus filhos. A essa altura eu também já conhecia algumas coisas a respeito da viagem e do trem; igualmente parte era verdadeira e parte não.
Há pouco tempo, meu pai deixou o trem, e com sua partida, mudou a maneira de fazermos a viagem. Mas o trem continuou...
Quando juntos, cada um dos companheiros de viagem faz suas descobertas e procura passá-las para os outros, sabendo que a riqueza da luz se amplia quando é compartilhada.
Pais e filhos, somente companheiros. Nem guias, nem professores, muito menos proprietários...
Pais e Filhos, o maior e mais belo encontro da vida, cúmplices no aprender a desvendar os mistérios de cada um; amigos nas transformações, pois este é um dos grandes segredos da vida: quase tudo é provisório!
O que hoje nos sacia, amanhã pode não mais fazê-lo.
De definitivo, somente os filhos e, por conseqüência, os pais: definitivo e eterno amor.
No meio das ondas do ato de se viver e dos percursos das nuvens em se buscar Definitivos e Eternos. Simplesmente companheiros de viagem!

Roberto Shinyashiki

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